Encontraram um pequeno coração jogado na areia, como se alguém o tivesse jogado fora, pelo fato de ele permanecer frio e imovél o deram como morto.
ao longo do tempo, percebia-se que o pequeno pulsava quente e vivo de vez em quando, e logo voltava para a sua imobilidade gélida, o pequeno coração vivia como se não precisasse de um sistema para permanecer, esnobando a todos com a sua autosuficiencia, já nascendo completo, sem que ter que carregar o fardo de ser a metade de um outro alguém, sem ter a responsabilidade de ter que completar alguém. O pequeno coração só mostrava sinais de vida quando recebia o calor do seu toque. O pequeno coração respondia como se fosse resposta singela e logo voltava para o seu estado gélido perfeito. O pequeno coração nunca mais foi dado como morto á partir do momento que passou a pulsar para manter o sangue circulando no corpo de um outro alguém, o pequeno coração agora era vital, passou a ter a responsabilidade de ter um outro alguém dependente dele, essa é uma ideia que com o tempo você se acostuma fácil, não foi tão constrangedor. O pequeno coração pulsava com todo o seu vigor, para responder á todas as suas necessidades, o pequeno coração não pararia de pulsar mesmo que você o rejeitasse, o pequeno coração agora se sacrificava para mantê-lo vivo, o pequeno coração nunca mais quis voltar a ser imovél e frio, o pequeno coração ás vezes se contraia como uma criança com medo do escuro, como se tivesse com medo de nada sair como o esperado, mas logo lembrava-se que não podia se dar ao luxo de sentir medo ou perder as esperanças pois sabia que tinha um alguem que precisava dele agora, mais do que nunca. O pequeno coração se dispôs a trabalhar como se não houvesse o amanhã, o pequeno coração sabia que todo o seu trabalho seria recompenssado, o pequeno coração tratou logo de esquecer todas as dores de amarguras do seu tempo imovél para se dedicar por completo, o pequeno coração ás vezes parecia sorrir, se você olhar bem de perto dá pra ver. O pequeno coração por muito tempo foi mudo, por medo, por vergonha, por covardia, hoje o pequeno coração não vê tantos problemas em poder falar de vez em quando, o pequeno coração só pede uma coisa em troca, não o faça pulsar em vão, deixar a liberdade para trás para se tornar único e necessário não é coisa que todos os corações estão dispostos a fazer, não o faça parar, não o faça gelar, não o faça morrer, o pequeno coração de alguma maneira se tornou dependente do corpo que agora habita. O pequeno coração vai tratar de fazer você jamais se ajoelhar diante das circunstâncias, sempre que estiver prestes a se entregar o pequeno coração vai pulsar cada vez mais forte para que você se lembre que ele está lá por você, somento por você.
O pequeno coração te ama, dikforte ;)
terça-feira, 20 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
The truth behind closed the doors
Tudo o que eu mais queria nas noite mais frias e chuvosas era um abraço teu, sentir o calor do teu corpo no meu, me sentiria mais confortável, seria uma sensação única, é ruim dormir todos os dias com essa vontade e se contentar com o único calor dos lençóis, é angustiante não te ter aqui comigo.
Te ver e não poder te tocar, ouvir você cantar a milhares de milhas longe de mim. A incerteza de saber se um dia eu vou te ter por inteiro só pra mim é desconcertante.
Tudo o que eu vejo ou faço me lembra você, não consigo controlar isso, é incoerente tentar resistir, já desisti disso a muito tempo, é engraçado me pegar pensando em você e começar a rir sozinha os outros pensam que eu sou louca, rs
não tem como disfarçar, sinto a sua falta mais do que deveria, te amo <3
Postado por Isabelle Oliver às 18:00 5 comentários
Marcadores: danik
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